sábado, 27 de agosto de 2011

Para cada fim um recomeço...


Nas estradas da vida são muitas as vezes que vamos nos deparar com momentos tristes, perturbadores e sofríveis. Mas nunca devemos desacreditar que algo bom nos espera (talvez na próxima esquina).
Pense bem, quantas vezes você já se pegou sofrendo por algo que depois de um tempo não tinha mais importância nenhuma para você?
É como diz Jorge Vercilo: "Hoje tudo faz sentido, e ainda há tanto a aprender!".

A vida é assim. As vezes vivemos coisas que nos deixam tristes e abatidos, mas na verdade estamos sendo preparados talvez para algo melhor e maior.
Lembro que sofri muito quando um ex namorado terminou comigo, sem saber que logo depois iria conhecer um outro alguém que me completava mais e me fazia mais feliz!
Esse outro alguém acabou me magoando com o tempo, mas foi através dessa magoa que conheci um outro ser humano maravilhoso, e que por um certo tempo me mostrou meu valor.
No fim de tudo, ele mostra que na verdade eu não tinha tanto valor assim para ele, mas eu sei que tenho valor para mim! E que deve existir alguém por aí, em algum lugar louco para descobrir o valor que ele não viu.

Se existe algo que aprendi com a vida, é que realmente para cada fim existe um recomeço. Não devemos nunca desacreditar que o amanhã existe com possibilidades maravilhosas.
É a fé de que tudo vai dá certo que nos mantém fortes, erguidos, em pé!

Ao longo da vida perdemos tantas coisas...Pessoas que amamos.... Pessoas vão embora, falecem, simplesmente somem de nossas vidas.
Mas novas pessoas surgem e nos trazem alegria. E o tempo cuida de nos acalentar.
Se sou forte por ter superado a morte de minha mãe, porque não supero o fim de um namoro? Somos capazes e precisamos acreditar nisso!
O caminho fica mais leve quando caminhamos com esperanças de um futuro melhor!

4 comentários:

  1. Bom... ainda não encontrei um recomeço, mas espero q ele venha logo.

    Muito bom este post Paulinho.

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  3. V.2

    Acredito que seguir o coração é, sim, o melhor caminho. O problema não é esse e sim, a gente saber se quem nos fala é a voz da acomodação ou do medo da perda, do medo de sentir solidão, etc.

    Enfim, é preciso (vem aí outra cousa difissílima!) saber o quê, dentro do balaio de sentimentos, é amor e o que não é?

    Do "outro lado" fica a razão. Repousa numa margem sempre segura. E ela sabe de tudo... que for da razão!

    Entonces, mais uma vez, cuidado: Seja qual for o tamanho da flecha e o feitiço que o Cupido tenha lançado em você, não há nada que a razão, com sua insistência e insensibilidade, não corroa, não desmantele o que o sentimento construiu.

    Ao se lançar pela via da razão, o processo dói.Às vezes é necessário que seja assim, ou não seríamos capazes de nos livrarmos de alguém que se tornou um peso-morto na nossa vida. Também é fácil quando o sentimento, por si só, mirrou.

    Mas como é insensível de mãe e pai, a mesma ação é perpetrada pela "dona razão" quando fosse o caso de haver chance do romance sobreviver.

    E aí? Será que é sempre legal se lançar pela razão? Não creio.

    Mais vale seguir um passo-a-passo: Saber que sentimento mantém a relação e, se for o caso, aí sim, tomar uma atitude racional.

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